Internet das coisas: revolução tecnológica

Onipresente. Essa é a palavra chave para entender o conceito de Internet das Coisas (Internet of Things - IoT, em inglês). A expressão surgiu em 1999, com o cientista Kevin Ashton, e faz referência a prática de conectar à internet diversos itens utilizados no cotidiano, de forma a facilitar a vida dos usuários. A integração “mundo real” e “mundo digital” possibilita a constante comunicação não só entre pessoas, mas entre elas e os objetos.

Fazer da internet um dispositivo cada vez mais integrado na vida dos indivíduos se tornou o grande foco de empresas que buscam inovar e disponibilizar a tecnologia no mercado de forma rápida e eficiente. Ainda que pareça uma realidade distante do nosso dia a dia, o termo ‘Internet das coisas’ vem se popularizando e em breve seus eletrodomésticos ficarão online junto com você. Já pensou?

A ideia da conectividade é permitir que os objetos possam funcionar de maneira mais eficaz ou receber diferentes atributos. Por exemplo, imagine uma geladeira que envia fotos do seu interior para que o usuário saiba o que precisa comprar durante uma breve visita ao supermercado? Imaginou? Mas ela já existe.

O refrigerador Family Hub da Samsung foi lançado em janeiro desse ano, na maior feira de eletrônicos do mundo, a CES 2016, que acontece em Las Vegas, nos Estados Unidos. Segundo o portal de tecnologia da IG, o eletrodoméstico ajuda na organização dos mantimentos, conecta as agendas familiares, tira fotos dos produtos e faz muito mais! Confira na matéria.

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Mais aplicações do IoT

Algumas empresas famosas pelo uso da tecnologia são a Apple, Google, Samsung e Microsoft, e recentemente a maior produtora de software da Europa, SAP, anunciou que destinará 2 bilhões de euros para empresas conectarem o maior contingente possível de produtos à internet.

Como exemplo interessante da aplicação de IoT está o HomeKit, da Apple. Ele funciona como um pacote de desenvolvimento para a Internet das coisas, visando a automatização de residências. O Home permite que seus gadgets possam controlar sistemas como lâmpadas, cortinas e termostatos, através de aparelhos autômatos dentro de casa. Por exemplo, se você esquecer uma luz acesa, poderá apagá-la usando seu iPhone ou Apple Watch, que é também outro bom exemplo de IoT (integração da internet ao relógio de pulso).

A aplicação do conceito de Internet das coisas se expande para diversos setores, incluindo hospitais, logística, transporte público e muitos outros. O uso da tecnologia em lojas, por exemplo, permite a criação de prateleiras inteligentes que podem informar em tempo real qual item está faltando ou está sendo menos vendido, ou em quais horários certos produtos vendem mais.

A revolução provocada pelo IoT gerará um volume de dados muito superior ao que a internet oferece atualmente. Segundo o site Meio e Mensagem, até 2020 existirão 34 bilhões de dispositivos conectados à internet em todo o mundo. O cálculo feito pela Business Intelligence (BI) indica que a IoT demandará grandes investimentos e segurança cibernética, além de um novo conjunto de aplicações de monitoramento e análise de dados inteligentes, capazes de suprir todas as necessidades desses milhares de processamentos a cada segundo.

A nova onda tecnológica chegou para ficar. A TWIST fica por aqui acompanhando tudo o que vem surgindo. E você, o que espera desse futuro super conectado?

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