Nota sobre estudo de perfis automatizados

A TWIST foi destaque recentemente nos jornais O Estado de São Paulo e Valor Econômico com uma pesquisa sobre automação de conteúdo gerado por bots nas mídias digitais, em relação às manifestações do dia 15 de março. Os bots são aplicações autônomas que rodam na Internet enquanto desempenham algum tipo de tarefa pré-determinada, que podem ter aplicações positivas e negativas.

O estudo foi realizado utilizando a API do Twitter, a partir do classificador “Gotcha”. Desenvolvido pela empresa, o “Gotcha” utiliza a mesma metodologia usada pelos principais institutos que fazem esse tipo de pesquisa, como o Botometer, desenvolvido pela Universidade de Indiana. Para realizar a identificação de contas automatizadas são analisadas 1.185 características dos perfis como informações pessoais, estatísticas de padrão de publicações, análises dos perfis dos seguidores, análise estrutural da rede, análises linguísticas sobre a forma e conteúdo dos tweets.

Toda a pesquisa foi realizada em parceria com o NetLab, grupo de pesquisa vinculado à Escola de Comunicação da UFRJ e ao Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia, cujo objetivo é o de promover estudos sobre os usos sociais das tecnologias de informação e comunicação e suas implicações sociais e culturais. Os pesquisadores do laboratório são especialistas no fenômeno de desinformação em redes, com renome internacional.

Com ampla experiência no setor de Da­ta Sci­en­ce, a TWIST realiza pesquisas referentes à automação de conteúdo e bots de forma ampla e sem viés político, através de bases de dados de empresas e instituições. Toda pesquisa é feita a partir do mo­ni­to­ra­men­to desses da­dos, ali­a­do à In­te­li­gên­cia Ar­ti­fi­ci­al

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